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China diz não querer "tornar-se outros Estados Unidos".

O ministro dos Negócios Estrangeiros chinês, Wang Yi, afirma que "a China de hoje não é a antiga União Soviética" e "não tem intenção de se tornar outros Estados Unidos". No mesmo sentido, o responsável político garantiu que "a China não exporta ideologia, e nunca interfere nos assuntos internos dos outros países".

Na ótica de Wang, as duas maiores economias do mundo "estão a enfrentar o maior desafio desde que estabeleceram laços diplomáticos", uma situação pela qual culpa os Estados Unidos e "políticos americanos que são parciais e hostis face à China".

Além destas acusações, o ministro chinês falou de outros assuntos que têm dividido as duas nações, nomeadamente no campo da tecnologia. Wang considera um "exemplo de bullying" e uma "violação das regras internacionais de comércio justo" a atitude de Washington face à Huawei e à TikTok, negócios com raízes na China e que os Estados Unidos querem manter fora das suas fronteiras apontando ameaças à segurança nacional.

Apesar dos assuntos que dividem ambas as nações, Wang sublinha que a China é um "defensor firme" do sistema internacional nos moldes atuais.

 

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