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8.ª Expo de Turismo de Macau vai apresentar iniciativas físicas e online.

Este ano, devido ao impacto da pandemia de covid-19, a Expo de Turismo vai apresentar seis destaques para ajudar a indústria turística de Macau "a dinamizar a confiança na economia de turismo", disse a diretora dos Serviços de Turismo, Helena de Senna Fernandes, na conferência de imprensa de apresentação do evento.

Macau registou o primeiro caso de covid-19 no território a 22 de janeiro e, desde então, a economia, altamente dependente do turismo, encontra-se praticamente paralisada, quando nos primeiros nove meses do ano entraram em Macau 4.019.104 visitantes, menos 86,7%, comparativamente ao período homólogo de 2019.

Inicialmente adiada de abril para setembro, a 8.ª Expo de Turismo vai destacar os produtos turísticos locais, com a participação de cerca de 130 instituições e 200 'stands' na "Rua de Macau".

"Muitos residentes do interior da China não acreditam que possam vir para Macau sem quarentena", disse Senna Fernandes, sublinhando serem necessárias mais ações de divulgação e de promoção da situação no território.

"Vamos anunciar o que se deve fazer para entrar em Macau" e "passo a passo dar confiança aos visitantes" da China, salientou.

A China voltou a emitir, depois da suspensão devido à covid-19, vistos individuais e de grupo para Macau em todo o país, a partir de 23 de setembro.

Outro tema em foco vai ser a cooperação turística e o desenvolvimento dos produtos turísticos na Grande Baía Guangdong-Hong Kong-Macau, com mais de 70 operadores da indústria e um fórum 'online' e 'offline' sobre oportunidades de cooperação e de negócio na região.

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