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China oferece material de proteção a província do sul de Moçambique.

O material, oferecido pela embaixada da China em Moçambique, é constituído, entre outros, por 20 concentradores de oxigénio, 300 termómetros e 20 mil máscaras, na sua maioria cirúrgicas.

Segundo a governadora da província, parte do material vai ser distribuído para seis unidades hospitalares com capacidade e condições para o tratamento de pacientes com covid-19 e que necessitam de cuidados intensivos.

"Estes concentradores de oxigénio vão servir para os cinco hospitais rurais que nós temos aqui na província de Gaza, incluindo o hospital provincial, porque são os capacitados para usar este tipo de material", frisou Margarida Mapandzene.

A outra parte do material doado pela China vai ser distribuído pelas restantes unidades hospitalares daquela província, que conta, no total, com 161 unidades de saúde, referiu a governadora.

O material é oferecido numa altura em que Moçambique regista, desde a última semana, um aumento do número de infeções e mortes pelo novo coronavírus, que levaram o Presidente moçambicano a agravar as medidas de prevenção.

Entre outras restrições, Filipe Nyusi encurtou os horários do comércio e restauração, fechou alguns estabelecimentos e espaços culturais e interditou praias, medidas que vão vigorar a partir das 00:00 de 15 de janeiro, por um período de 21 dias.

"Esta nova situação é a mais grave desde que a covid-19 surgiu em Moçambique", é de uma "gravidade sem paralelo", sublinhou, na altura, o chefe de Estado moçambicano.

Desde o anúncio do primeiro caso de infeção no país, em 22 de março, foram registados 23.726 casos de covid-19, 77% dos quais são dados como recuperados, havendo ainda 205 óbitos.

Notícias ao Minuto