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China e UE veem progresso em nova rodada de negociações de tratado de investimento.

A China e a União Européia (UE) avançaram na 33ª rodada de negociações do tratado bilateral de investimentos, disse o Ministério do Comércio (MOC) na quinta-feira.

As negociações de 18 a 23 de outubro se concentraram no texto do acordo, bem como na questão do acesso ao mercado, disse o porta-voz do MOC, Gao Feng, em uma entrevista coletiva regular.

Apesar da epidemia de COVID-19, a China e a UE tiveram oito rodadas de negociações formais este ano e ambas as partes tomaram medidas para facilitar soluções práticas.

No mês passado, os líderes da China, Alemanha e UE concordaram em videoconferência para encerrar as negociações este ano

Ler artigo completo em: China.org.cn

Membro fundador do Observatório da China: "Investindo na recuperação do COVID-19 da Europa para a próxima geração".

Renato Roldão, que um dos autores é membro fundador do Observatório da China, atualmente é consultor responsável pela área da China na ICF (Renato é Diretor de Consultoria do ICF / Principal com foco em Mudanças Climáticas, localizado em Pequim, China. Com 15 anos de experiência nas áreas de Energia, Meio Ambiente e Mudanças Climáticas, Renato é líder da Equipe de Projeto de "Apoio ao Projeto e Implementação de Sistemas de Comércio de Emissões na China" (EuropeAid). É Associate of China Carbon Forum (CCF ) e membro do GT de Energia da Câmara de Comércio da União Europeia na China (EUCCC). Nos últimos anos, Renato liderou duas delegações de observadores na Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC) COP21 e COP22, e agora é um dos autores do artigo que trata sobre a recuperação do COVID-19 da Europa para a próxima geralção.

Segundo o artigo, a disseminação do COVID-19 ao redor do mundo mudou nossa vida cotidiana de cabeça para baixo. Isso tem causado um enorme prejuízo em nossas vidas, comunidades, sistemas de saúde, meios de subsistência e economias. Ironicamente, as medidas restritivas que os governos corretamente implementaram para nos proteger também significam que enfrentamos uma recessão monumental. Podemos usar a crise atual para remodelar nosso futuro para melhor? Muitos de nós esperamos que a União Europeia (UE) assuma uma liderança ativa para que isso aconteça.

 

Ler artigo completo em: ICF

UE e EUA vão pôr em marcha novo diálogo bilateral sobre a China.

"Durante o encontro, [Borrell e Pompeo] lançaram um novo diálogo bilateral entre o Serviço Europeu de Ação Externa (SEAE) e o Departamento de Estado dos Estados Unidos da América (EUA) sobre a China", declaram Washington e Bruxelas, num comunicado conjunto.

Josep Borrell e Mike Pompeo "saudaram" o início do diálogo, no qual especialistas da união comunitária e dos EUA vão abordar "todo o tipo de questões relacionadas com a China".

Pompeo já tinha anunciado que na sexta-feira inauguraria com Borrell um mecanismo de diálogo para coordenar a resposta à China.

"Nesta sexta-feira, o Alto-Representante da UE, Josep Borrell e eu lançaremos o diálogo EU-EUA sobre a China. Estou certo de que a nossa discussão aprofundará o nosso compromisso com os nossos amigos da UE nesta importante questão", disse Mike Pompeo na quinta-feira.

"Os europeus também estão preocupados com o ambiente que vivemos, tal como nós", adiantou.

A declaração conjunta de Bruxelas e Washington, destaca também que Pompeo e Borrell concordam em "continuar as reuniões ao nível de altos funcionários e especialistas sobre todas as questões, incluindo direitos humanos, segurança e multilateralismo".

Além disso, é relatado que a próxima reunião de "alto nível" entre o subsecretário de Estado dos EUA, Stephen Biegun, e a secretária-geral do Serviço Europeu de Ação Externa, Helga Schmid, acontecerá "em meados de novembro".

Os dois responsáveis discutiram ainda, durante a chamada telefónica, a situação na Bielorrússia e apelam às autoridades daquele país para que "estabeleçam um diálogo significativo com representantes da sociedade civil, em particular com o Conselho de Coordenação estabelecido por Svetlana Tijanóvskaya".

"A UE e os Estados Unidos reiteraram o seu forte apoio à independência e soberania da Bielorrússia", acrescenta-se na declaração.

Paralelamente, os dois políticos analisaram o conflito em Nagorno Karabakh e exigiram "a cessação imediata das hostilidades e o respeito pelo cessar-fogo acordado".

"Eles exortaram as partes a retomarem negociações significativas sem demora sob os auspícios dos copresidentes do Grupo de Minsk da OSCE [Organização para a Segurança e Cooperação na Europa]", refere-se no comunicado, destacando o apelo dos dois responsáveis para que "todos os atores, incluindo partes externas, abster-se de tomar ações que possam aumentar os riscos para a região".

Este canal de diálogo foi anunciado em junho passado. Na altura, Borrell fez a proposta durante uma reunião entre os ministros dos Negócios Estrangeiros da UE e dos EUA e, posteriormente, Pompeo indicou que concordou em criar tal mecanismo.

Espera-se que este mecanismo permita criar um banco de dados que reúna as informações que a UE e os EUA têm sobre a China e, em seguida, coordenar as suas respostas.

 

Ler artigo em: Notícias ao Minuto

UE sugere levantamento de restrições de viagens para Macau perante reciprocidade.

O Conselho da União Europeia (UE) recomendou ontem aos Estados-membros que levantem gradualmente restrições de viagens para nove países terceiros, aconselhando nomeadamente a retoma de ligações às regiões administrativas de Macau e Hong Kong, desde que mediante reciprocidade.

Em comunicado, o Conselho informa ter atualizado a “lista de países [terceiros] para os quais as restrições de viagem devem ser retomadas”, como acordado pelos Estados-membros em junho passado aquando da adoção de uma recomendação sobre o levantamento gradual das restrições temporárias às viagens não essenciais para a UE em altura de pandemia de covid-19.

Nesse âmbito, e “com base nos critérios e condições” estabelecidos nessa recomendação, a estrutura onde estão representados os países defende que “os Estados-membros devem levantar gradualmente as restrições de viagem nas fronteiras externas” para nove países, nomeadamente para “as regiões administrativas especiais chinesas – Hong Kong e Macau -, sujeitas a confirmação de reciprocidade”.

É também nessa condição de reciprocidade que se mantém a China, que integra a lista, ou seja até o país asiático reabrir as suas fronteiras à UE.

São, então, nove os países terceiros abrangidos, desde logo Austrália, Japão, Nova Zelândia, Ruanda, Singapura, Coreia do Sul, Tailândia e Uruguai.

De fora continuam países como Estados Unidos, Rússia, Índia e Brasil, assim como todos os Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) e Timor-Leste, que aliás nunca fizeram parte desta ‘lista verde’, dada a situação epidemiológica.

Na nota de imprensa hoje divulgada, o Conselho da UE recorda que “os critérios para determinar os países terceiros para os quais a atual restrição de viagem deve ser levantada abrangem em particular a situação epidemiológica e as medidas de contenção, incluindo o distanciamento físico, bem como considerações económicas e sociais”.

“Estes critérios são aplicados cumulativamente. A reciprocidade deve também ser tida em conta regularmente e numa base casuística”, adianta a estrutura.

 

Ler artigo completo em: Plataforma Media

Veículos chineses de nova energia a caminho da Europa.

A SAIC Motor, maior fabricante automóvel da China, exportou 1.800 veículos de nova energia sob a sua marca MG para a Europa na terça-feira. A empresa pretende vender 100.000 veículos de marca própria na Europa até 2025.

Esta é a primeira vez que o construtor automóvel acordo uma rota internacional autónoma para o mercado europeu. Anteriormente, os veículos da SAIC Motor eram exportados para a Europa com a ajuda dos parceiros da SAIC Anji Logistics.

O navio que leva os veículos para a Europa é o SAIC Anji Phoenix. Tem 4.300 lugares de estacionamento para automóveis e irá melhor atender à crescente procura de produtos e serviços SAIC no mercado europeu.

O navio também carregou outros veículos de exportação de marca chinesa.

Nos primeiros nove meses, a SAIC Motor alcançou vendas globais no exterior de 221.000 veículos, representando um terço das vendas totais de fabricantes de automóveis.

Ler artigo copleto em: Shanghai Daily

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