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Recuperação lenta do consumo da China é prejudicada por cautela de famílias de baixa renda.

Meses após a China controlar a epidemia de coronavírus, os consumidores do país estão abrindo lentamente suas carteiras de novo, mas os dias difíceis de confinamento ainda pesam sobre muitas famílias de baixa renda que ficaram em choque e preferem guardar seus dinheiro.

Embora a recuperação da China ante uma contração recorde no primeiro trimestre esteja bem adiantada em relação à maioria dos outros países, ela tem sido desigual. A fraqueza persistente no consumo pode complicar a pressão sobre o presidente Xi Jinping para que contenha a dependência do país de mercados estrangeiros voláteis.

As fábricas se recuperaram com relativa rapidez dos lockdowns, mas a confiança do consumidor aumentou apenas gradualmente na segunda maior economia do mundo.

Demorou até agosto para que as vendas no varejo finalmente voltassem a crescer, ganhando 0,5% na base anual. As vendas nos primeiros oito meses foram 8,6% menores do que no mesmo período do ano passado.

Mas, embora os gastos com bens de luxo, como bolsas Prada, tenham superado rapidamente o choque do vírus, o consumo de necessidades diárias e serviços está se recuperando mais lentamente. O cuidado extra das famílias de baixa renda é um dos principais motivos, dizem analistas

 

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