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União Europeia impõe tarifas a produtos de alumínio provenientes da China.

A União Europeia vai impor tarifas até 48% sobre as importação de alumínio da China, sendo que está a ocorrer uma investigação para saber se os produtores chineses estão a vender este material a preços significativamente mais reduzidos, aponta a “Reuters”. 

As taxas vão entrar em vigor já na quarta-feira, mas deverão ser provisórias, sendo aplicadas até à conclusão da investigação da União Europeia. Segundo a publicação, as taxas variam entre 30,4% e os 48%. A aplicação das tarifas podem ser aplicadas durante os próximos cinco anos.

A Comissão Europeia abriu uma investigação ao alumínio no passado mês de fevereiro, após uma reclamação da indústria European Aluminium uma vez que este é um material amplamente utilizado em eletrónica, transporte e construção. Os membros desta indústria incluem a Norsk Hydro, Rio Tinto e Alcoa.

Por sua vez, a associação de metais da China considerou que a aplicação de tarifas por parte da União Europeia é infundada.

 

Ler artigo completo: Jornal Econômico

Quais são as perspectivas de um acordo climático UE-China?

A última Cimeira UE-China em Junho não terminou da forma típica - com uma declaração conjunta e a renovação da extensa agenda de cooperação - mas sim com dois relatórios de imprensa com ênfases marcadamente diferentes. A reunião incorporou a nova abordagem tripartite europeia para a China como um parceiro de negociação, um competidor econômico e um rival sistêmico; enquanto o interrogatório do lado chinês enfatizou o potencial para cooperação.

Após o crescente escrutínio público sobre as relações UE-China, o público europeu teme a cooperação, a menos que beneficie claramente os interesses centrais europeus. Isso se aplica às negociações comerciais em andamento e em todas as áreas de cooperação internacional, incluindo as mudanças climáticas.

Apesar das tensões em curso, tanto a UE como a China têm certeza de que é essencial manter o diálogo. Como atual presidente da UE, a Alemanha continua interessada em uma reunião entre o presidente da China, Xi Jinping, e os 27 chefes de governo da UE no final do ano. Além disso, o ministro das Relações Exteriores da China enfatizou a necessidade de cooperar com a UE no multilateralismo durante sua recente turnê europeia por cinco países. O desafio para a cooperação permanece, no entanto, com Bruxelas não mais pensando que Pequim compartilha a mesma abordagem ao multilateralismo.

O clima é a chave para o multilateralismo de sucesso? Embora o comércio seja o foco do apelo dos líderes UE-China em 14 de setembro, seria um erro pensar que o clima está fora da agenda da cúpula ou sem importância no relacionamento mais amplo.

Os líderes europeus se comprometeram com a neutralidade climática até 2050 por meio do Acordo Verde Europeu, a estratégia de crescimento econômico de longo prazo da UE. O Acordo Verde Europeu exige que a UE trabalhe com seus parceiros, incluindo a China, para construir cadeias de abastecimento resilientes de tecnologias de baixo carbono e desenvolver padrões para produtos sustentáveis. Como tal, o clima será cada vez mais um interesse central da política de comércio exterior da UE.

Para a China, a cooperação climática fortalece sua credibilidade como ator responsável no cenário mundial em um momento em que os europeus veem a China com crescente ceticismo.

 

Ler artigo completo em: China Dialogue

Merkel elogia esforço da China para a neutralidade carbônica.

Num discurso perante o Parlamento alemão, Merkel enfatizou a importância do anuncio feito pelo Presidente chinês, Xi Jinping, na passada semana, de que o seu país vai fazer uma aposta relevante para atingir a neutralidade carbónica, até 2060, elogiando esse esforço e dizendo que também a Europa e os Estados Unidos se devem empenhar nesse objetivo.

"Penso que é evidente que precisamos de trabalhar com a China no que diz respeito à proteção do clima", disse a chanceler, comparando a estratégia de Pequim com a dos Estados Unidos, embora sem referir o nome do país governado pelo Presidente Donald Trump.

"Ao contrário de outros grandes emissores, é encorajador que a China defenda o acordo climático de Paris", disse Merkel.

A chanceler disse que a meta estabelecida por Pequim deve ser vista à luz do desenvolvimento económico que a China ainda tem pela frente, em comparação com outras nações industrializadas.

"Este é um objetivo muito ambicioso que nos deve estimular na Europa a cumprir as nossas metas", concluiu Merkel.

A União Europeia propôs recentemente aumentar a sua meta de redução dos gases de efeito estufa que aquecem o planeta para pelo menos 55%, até 2030, em comparação com os níveis de 1990.

Contudo, alguns membros do bloco de 27 países - particularmente no leste, muito dependente do carvão, como a Polónia -- têm mostrado reservas sobre este objetivo.

 

Ler artigo completo em: Notícias ao Mintuto

EUA avisam Itália que a China quer ter presença estratégica na Europa.

A Itália deve estar atenta "à segurança e privacidade dos seus cidadãos" em relação nomeadamente ao desenvolvimento de redes de telecomunicações 5G, disse Mike Pompeo em conferência de imprensa em Roma, depois de se reunir com o primeiro-ministro italiano, Giuseppe Conte, e com o ministro dos Negócios Estrangeiros, Luigi di Maio.

"O Partido Comunista da China está a explorar a sua presença em Itália para os seus fins estratégicos [...] O Partido Comunista chinês não está aqui para estabelecer uma colaboração mutuamente benéfica", disse o chefe da diplomacia norte-americana.

Na mesma conferência de imprensa, Di Maio afirmou que Itália está consciente "das preocupações" dos Estados Unidos, mas que está empenhada em "garantir a segurança das redes 5G".

"Continua a ser a nossa prioridade absoluta e somos favoráveis a regras europeias comuns", disse o ministro italiano, frisando que Itália aprovou legislação nesta matéria que permite ao Estado intervir em empresas estratégicas caso considera que há um ataque estrangeiro.

Depois de, hoje de manhã, ter afirmado num seminário que "em nenhum outro lugar como na China, a liberdade de culto é tão atacada", Pompeo voltou a referir-se à questão na conferência de imprensa com Di Maio para afirmar que os Estados Unidos condenam as violações de direitos humanos na China e apontar que a Igreja Católica "sempre defendeu os oprimidos no mundo".

 

Ler artigo completo em: Expresso

Empresas da UE vendem à China tecnologia de vigilância.

alerta baseia-se numa investigação da organização de defesa dos direitos humanos, divulgada hoje por ocasião da reunião prevista para terça-feira em Bruxelas de representantes das três instituições europeias -- Parlamento Europeu, Comissão e Conselho (presidência) - sobre uma revisão das regras aplicadas às exportações da União Europeia (UE). 

Três empresas europeias, com sede em França, na Suécia e na Holanda, "venderam sistemas de vigilância digital, como tecnologia de reconhecimento facial e sistemas de câmaras em rede, para os principais intervenientes do aparelho de vigilância em massa chinês".

A Alemanha, que exerce atualmente a presidência do Conselho Europeu, e a Holanda, têm defendido a necessidade de reforçar essas regras contra a tecnologia, mas a questão não foi até agora resolvida no quadro europeu.

 

Ler artigo completo em: Notícias ao Minuto

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